Pesquisa personalizada
Mostrando postagens com marcador Cooper. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cooper. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

MINI Goodwood traz requinte de Rolls-Royce por menos de R$ 190 mil


A MINI anunciou nesta semana a chegada da versão especial Goodwood do hatch Cooper ao mercado brasileiro. O novo modelo, que homenageia Rolls-Royce, também pertencente ao grupo BMW, terá apenas seis unidades à venda em nosso País, dos mil exemplares produzidos pela montadora inglesa para abastecer o mercado mundial, a um preço sugerido de nada mais, nada menos que R$ 189.950.


O Goodwood traz como principal destaque o interior com acabamento aos níveis de um automóvel da Rolls-Royce. Na cabine do modelo, há revestimento em couro bege nos bancos, painel e detalhes nas portas em madeira nobre, tapetes de lã de carneiro e painel de instrumentos com novo grafismo, com fundo preto.


Por fora há pintura “Black Diamond”, exclusivo dos modelos da Rolls-Royce e rodas de 17 polegadas, além de logotipos da variante estampados na carroceria.


Assim como o Cooper S, modelo que o novo MINI Goodwood se baseia, debaixo do capô há um motor 1.6 turbo a gasolina com 184 cv de potência, associado a um câmbio automático de seis velocidades. Pelo mesmo preço, é possível levar duas unidades do MINI One, porém, nada de requinte digno de carros de luxo e motorização turbo.
Fonte:  BlogAuto

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

MINI Coupé ganha versão esportiva JCW por R$ 149.950


A MINI anunciou nesta semana no mercado brasileiro a chegada da nova versão John Cooper Works do Coupé, lançado há pouco menos de um ano, que acaba de chegar às concessionárias a um preço de R$ 149.950. O novo modelo, preparado pela divisão esportiva da marca britânica, tem, no momento, apenas nove unidades à venda por aqui.


Debaixo do capô o MINI Coupé JCW traz um motor 1.6 litro turbo de 16 válvulas, capaz de entregar 211 cv de potência e 26,5 kgfm de torque, disponível entre 1.850 rpm e 5.600 rpm, associado a um câmbio manual de seis velocidades. Com esse aparato mecânico, o JCW acelera de 0 a 100 km/h em 6,1 segundos, e atinge 240 quilômetros po hora de velocidade máxima.

De série, o carro traz controle dinâmico de estabilidade (DSC) e de tração (DTC), direção elétrica adaptável, suspensão esportiva, entre outros.
Fonte:  BlogAuto

domingo, 22 de julho de 2012

MINI E PUMA ANUNCIAM PARCERIA


A montadora inglesa MINI e a fabricante de artigos esportivos Puma anunciaram uma parceria para produzir e lançar artigos de vestuário e acessórios.


Deverão ser lançados mochilas, carteiras e sapatos casuais, assim como roupas que variam de camisetas a jaquetas que serão personalizadas com a marca MINI.


“Encontramos na PUMA um parceiro ideal que compartilha o nosso entusiasmo para criar algo de apelo esportivo e urbano e, como a MINI, de forte apelo aos jovens, público alvo de mente aberta”, diz o Dr. Thomas Goerdt, Coleções Lifestyle Diretor do Grupo BMW.

As vendas desta nova coleção começam em setembro, e além das lojas Puma, as peças serão vendidas também em algumas das revendedoras da MINI, onde serão encontrados espaços direcionados para as vendas dos artigos personalizados.
Fonte: CarPlace

domingo, 22 de abril de 2012

MINI John Cooper Works GP II chega em maio


A MINI confirmou o lançamento do John Cooper Works GP II, uma edição ainda mais possante do invocado John Cooper Works.

Sua estreia deve acontecer no MINI United Festival, que será realizado em maio. Embora a montadora não tenha revelado muitos detalhes da nova versão, especula-se que a empresa tenha conseguido extrair mais de 220 cv do motor 1.6 turbo.

Recentemente, um protótipo do GP II foi flagrado pela imprensa europeia realizando testes no mítico circuito de Nürburgring Nordschleife, bastante utilizado pelas marcas que desejam testar o desempenho de seus superesportivos.
Fonte: QuatroRodas

domingo, 15 de abril de 2012

MINI homenageia vencedor de rali em nova série


Rauno Aaltonen, vencedor do rali de Monte Carlo em 1967, dirigindo um carro da MINI, é o novo homenageado pela marca inglesa.

Os modelos Cooper e Cooper S ganharão a edição Rauno Aaltonen, que tem como maior diferencial a pintura. A carroceria vermelha tem duas faixas brancas, que saem do capô, passam pelo teto e chegam à traseira do carro. Nas laterais, também há faixas brancas, que se intercalam com a pintura do chassis num pequeno trecho, formando um motivo quadriculado.

As rodas de 17 polegadas também são pintadas de branco, assim como os retrovisores. Internamente, o volante é revestido de couro, parcialmente tingido de vermelho. No velocímetro, está a assinatura de Aaltonen.

Os compradores do Cooper ou Cooper S dessa edição ainda terão um presente especial: um dia de instrução de “como dirigir sobre o gelo”, oferecido pelo centro de pilotagem de Rauno Aaltonen e seu filho, Tino, na Finlândia.
Fonte: QuatroRodas

quinta-feira, 22 de março de 2012

Mini Cooper Roadster oferece diversão 'pé no chão'


O Mini Cooper Roadster tem muito em comum com uma Ferrari 458 Italia Spider e um Lamborghini Gallardo 560-4 Spyder. Antes de “cornetar”, calma. Explica-se: ok, o novo Mini, que chega em versões de R$ 132.950 (Cooper Roadster) e R$ 144.950 (Cooper S Roadster), custa dez vezes menos que os italianos – o Gallardo sai por R$ 1,6 milhão e a 458 conversível, que deve chegar neste mês, ainda não tem preço –, mas se aproxima em muitos outros pontos. Como os superesportivos, ele tem só dois lugares, é relativamente apertado, oferece pouco espaço para bagagens (240 litros) e, por tudo isso, torna-se um carro deliciosamente sem sentido se evocarmos a função básica de um automóvel, ou seja, levar um indivíduo do ponto A ao ponto B.


Mas é interessante ser um carro “sem sentido”? Neste caso, é. Isso porque o Roadster, como a Ferrari e o Lamborghini – cada um em seu mundo –, sacrifica tudo em busca de dois princípios: diversão e estilo. E assim como os italianos, este inglês radicado na Alemanha (o grupo BMW controla a Mini desde 2001) tira nota dez nesses dois quesitos.


Essa é a cara do Cooper Roadster, o Mini mais ousado de todos os tempos. Um híbrido entre “fun car”, esportivo e conversível. Como se não bastasse a ousadia da marca ao baixar o teto de um Cooper S Hatch e limar os bancos traseiros, o que deu origem ao Cooper Coupé, os engenheiros ainda resolveram colocar uma capota retrátil ali para criar o Cooper Roadster. E não há como negar: ficou uma belezinha.


No curto test-drive promovido pela marca inglesa em um circuito fechado de São Carlos, no interior de São Paulo, IG Carros pôde avaliar bem itens como motor, freios e suspensão, mas não teve a oportunidade de analisar a praticidade de um carro tão peculiar no dia a dia e a suspensão em pisos irregulares.

Logo ao entrar no Cooper S Roadster branco (se você não gostou, tudo bem: personalizar o carro é a praia da Mini), que já estava com a capota aberta esperando o próximo motorista, é interessante notar como o para-brisa termina quase junto à cabeça de um motorista de 1,80 m de altura. Olhando para trás, dá para perceber que não espaço para nenhum carona inconveniente. É só você é uma boa companhia.

Na mesma pegada

Apesar da proposta mais ousada, o Cooper S Roadster traz o mesmo conjunto mecânico do Cooper S Hatch: motor 1.6 16V turbo de 184 cv de potência a 5.500 rpm e 24,5 kgfm de torque a apenas 1.600 rpm. Tudo em um carrinho de apenas 1.185 kg.

Na primeira engatada, é fácil perceber como o torque em baixa conseguido graças ao turbo instiga na pisada inicial no acelerador. O giro sobe rápido quando o pé direito exige e as retomadas são fáceis mesmo sem pressionar tanto o pedal.

Mas, como em todo Mini, é na hora de fazer curvas que o Roadster mata a pau. Com o controle de estabilidade desligado e um pouco de grama na área de escape para trazer alguma tranquilidade, o Roadster vai exatamente onde você quer. É frear, apontar a frente e sentir a carroceria rolar sem sustos. O conjunto acertado e a direção rápida e precisa credenciam o charmosinho conversível a desafiar esportivos em autódromos. O botão Sport, que altera os parâmetros do motor, é outro aliado nessa divertida batalha virtual. Para animar, alguns números de fábrica: 0 a 100 km/h em 7 segundos e 227 km/h de velocidade máxima.

É verdade que o carro ideal para isso seria o cupê, já que o peso extra (20 kg) e a carroceria com maior torção por conta da ausência de um teto fixo no Roadster exigem um pouco mais de atenção, mas se a ideia for só se divertir sem buscar décimos de segundo, pode fazer a inscrição no próximo track day.

Ok, sua praia não é acelerar tanto? A Mini também oferece o Cooper Roadster, com motor 1.6 16V sem turbo, de 122 cv a 6.000 rpm e 16,3 kgfm de torque a 4.250 rpm. Essa versão, no entanto, não estava disponível no test-drive.

Charmoso, estiloso... e caro

A versão mais barata vem com itens básicos para carros deste preço, como som com entrada auxiliar, ar-condicionado, direção assistida e sensor de estacionamento, mas não oferece nada extra pelo salgado preço cobrado. Entre os opcionais, itens como faróis de xenônio, som Harman Kardon e sistema de navegação. Neste caso, é bom não se iludir: para deixar o carro com um visual bacana e bem equipado, pode separar mais uma boa verba para os opcionais. Sim, os Mini são caros se você analisar friamente.

No quesito segurança, as barras de aço inoxidável protegem os ocupantes em casos de capotagem ao subir automaticamente a partir de 80 km/h. Há ainda freios ABS com distribuição da força de frenagem, controles de estabilidade e tração.

O Cooper Roadster está longe de ser uma Ferrari ou um Lamborghini, mas cumpre as mesmas funções em um mundo mais pé no chão. “Pé no chão” quando a referência são carros de mais de R$ 1 milhão, é claro.
Fonte:  iGCarros

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

MINI Rocketman é vetado, diz revista


O plano da MINI em ter um automóvel ainda mais “mini” foi por água abaixo. Segundo aponta reportagem da edição britânica da revista Car, o projeto Rocketman, apresentado no Salão de Genebra em 2011, foi descartado devido ao seu alto custo de desenvolvimento.


A publicação afirma que o Grupo BMW, a frente da marca inglesa, não encontrou uma fórmula financeira adequada para tocar o projeto adiante cumprindo as exigências de segurança, condução e estabilidade de entidades veiculares da Europa - a previsão de lançamento do modelo subcompacto era para até 2016.


Proposto como uma solução para grandes centros urbanos, o conceito Rocketman tinha meros 3,41 metros de comprimento contra 3,72 m do Cooper convencional. O baixo consumo de combustível também era uma das premissas do projeto, que segundo a marca seria capaz de percorrer 33 km/l em média, além de possuir uma série de componentes em fibra de carbono, o que ajudaria a manter o carro leve.


E o novo Cooper?

O MINI Cooper é um carro bastante atraente, divertido de conduzir e bem equipada, mas poucos se lembram que ele já está um tanto “rodado”. O modelo atual, embora tenha evoluído, ainda é baseado na versão apresentada em 2002. Trata-se então de um projeto com quase 10 anos de estrada. Ou seja, é chegada a hora de mudar.

Embora a montadora não confirme, a imprensa européia aponta o lançamento da nova geração do Cooper para o segundo semestre de 2013.
Fonte: iGCarros

sábado, 30 de abril de 2011

Mini Goodwood tem acabamento de luxo


Um interior de carro com acabamento em madeira de lei, revestimento de couro de alto padrão, forrações de caxemira e tapenas de lã de cordeiro só pode ser de um Rolls-Royce. O Mini Cooper na versão “Inspired By Goodwood” tem isso tudo e ainda vem com motor 1.6 turbo de 184 cv. A edição é limitada em 1.000 unidades e será lançada no Salão de Xangai, na China, que acontece entre 21 e 28 deste mês. O preço a marca divulga apenas sob consulta.


A semelhança do Mini de luxo com os refinados veículos da RR não é mera coincidência. Além das duas marcas pertencerem ao Grupo BMW, “Goodwood” é também o nome da cidade na Inglaterra onde fica localizada a fábrica da Rolls-Royce. Toda projeto de decoração de interior do veículo é assinado por designers da tradicional marca britânica. O mesmo vale para a parte externa, que foi pintada no tom Black Diamond (Preto Diamante).

O modelo limitado ainda vem com rodas exclusivas aro 17” e carrega inscrições da série nas laterais, soleiras das portas e na parte inferior do painel, com um plaqueta metálica que contém o número de identificação do modelo de luxo.
Fonte" iGCarros

sexta-feira, 11 de março de 2011

Mini Cooper S dá um drible na monotonia


O jogo estava marcado. Mas a escalação só foi definida na véspera, quando o Mini Cooper S chegou à concentração. Ele entrou em campo com aerofólio de fibra de carbono que, apesar de exagerado, lhe caiu bem. O acessório é do kit John Cooper Works e custa R$ 5,6 mil. Entre os itens titulares, rodas aro 17, grade tipo colmeia na cor preta, saída de escape dupla e entrada de ar no capô.

Melhores jogadas aparecem quando o motor 16V tabela com o câmbio no modo Sport
E nada disso é firula. Com motor 1.6 16V turbo de 175 cv, o “S” alcança 100 km/h em 7,2 s – dá um olé no Cooper convencional, que tem 120 cv e é 3,4 s mais lento. O torque de 24,5 kgfm aparece cedo, a partir de 1.600 rpm, e resolve a falha em baixa rotação apontada pelo editor Hairton Ponciano Voz no teste da versão menos potente. É fácil se empolgar e superar o limite da estrada. Para conter o ímpeto, potentes discos nas quatro rodas freiam o Mini de 80 km/h a 0 em apenas 23,9 m.


A condução lembra a de um kart. A direção é direta e a estabilidade, impecável. A carroceria quase não inclina e, por isso, sair da trajetória requer muito abuso. A suspensão é firme e informa tudo aos ocupantes, até as menores imperfeições do solo. A diversão só não é maior porque falta o câmbio manual. Ainda assim, o Mini surpreende nas arrancadas. “Frita tanto os pneus, que nem parece automático”, disse o editor Daniel Messeder, que fez os testes na pista. As trocas das marchas podem ser feitas a partir de borboletas atrás do volante, só que não são intuitivas: para reduzir, é preciso empurrar a haste com o polegar. Além disso, mesmo no modo manual, a transmissão sobe a marcha sozinha quando o limite de giros se aproxima. Para extrair o melhor dela, o ideal é ativar o botão Sport, à frente da alavanca.

Nem precisava de aerofólio, mas com ele a saída dupla de escape, o Cooper S bate um bolão
No interior, a forma supera a função. O velocímetro circular no centro do painel é puramente estético – a velocidade, a gente vê no display digital. Os botões que abrem janelas e determinam o tom da iluminação são charmosos, mas quem nunca dirigiu um Mini demora a se adaptar, como observou a repórter Carina Mazarotto. Passada a fase de adaptação, é só curtir a atuação do craque. O pênalti pode ser o preço: R$ 128.750 – quase R$ 50 mil a mais do que o Cooper Salt.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Um Mini Cooper tunado e rebaixado com rodas aro 19


Esse é mais um carro do internauta e dessa vez a máquina é do Paulo Cesar. Um Mini Cooper rebaixado, customizado e socado de som automotivo e tuning. E como é de praxe irei descrever alguns dos acessórios que estão implementando o visual da máquina.


A máquina conta agora com: Roda aro 19 e com suspensão fixa, Volante Jcw Carbono, Manopla Jcw Carbono, Freio De Mão Jcw Carbono, Soleira De Porta Jcw, Spoiler Dianteiro Mini Challenge, Espelhos De Carbono, Aerofólio Jcw, Ponteira Momo De Carbono E Bocal Do Tanque Cooper “S”.
Fonte: Tunados

quarta-feira, 2 de março de 2011

Editora lança livro sobre o Mini Cooper


Chega em todas as livrarias o livro “O pequeno grande livro do Mini Cooper”, pela Escrituras Editora publica, que conta a história do pequeno ícone inglês, que fez e faz história na indústria automobilística, desde o Mini clássico à nova geração Mini da BMW, e a história de seu criador, Alec Issigonis. O modelo que foi criado devido a crise, foi o mais vendido entre os carros pequenos de sua época. O modelo que foi feito pensando nas massas, se transformou em peça obrigatória dos ricos e famosos, de ídolos do rock e estrelas de cinema, entre muitos outros. Também fez muito sucesso nas pistas de rallye e nos autódromos, com categoria própria, inclusive no Brasil. Criado em 1958, o Mini foi apresentado ao mundo pela primeira vez em 26 de agosto de 1959. Foi lançado Lançado com um motor de 848cc e apenas 34bhp, com desempenho surpreendente para a época. Depois se tornou um símbolo da moda e objeto de desejo de celebridades, mesmo mantendo seu desenho original quase inalterado por mais de quarenta anos. A marca Mini foi comprada pela alemã BMW, que transformou o Mini em MINI, totalmente reformulado e com dimensões maiores e mais modernas, mas com o mesmo espírito da primeira. No livro são exibidas mais de 120 fotos e mostra em detalhes, todos os principais modelos, como os luxuosos Rileys e Wolseleys, peruas com metade da carroceria em madeira, furgões, caminhonetes, conversíveis e o Moke. No livro é mostrado os primeiros esboços e protótipos e como o Mini se tornou estrela em diversos filmes e na televisão, como os protagonizados por Roman Atkinson como Mr. Bean, Peter Sellers e modelos usados pelos Monkees e Steve McQueen.

Serviço:
Título: O pequeno grande livro do Mini Cooper
Autor: Brian Laban
Tradução: Jayme Costa

Gênero: Automobilismo / História da marca Mini Cooper
ISBN: 978-85-7531-369-5
Formato: 15,5 X 15,5 cm, totalmente impresso em 4 cores, com capa dura e sobrecapa, com 120 fotos
Páginas: 130
Peso: 260 g
Preço: R$ 34,90
Escrituras Editora

Sobre o autor:

Brian Laban tem atuado como jornalista automobilístico há 25 anos. Fã do Mini há mais tempo ainda, Laban já escreveu sobre carros para a maior revista eletrônica inglesa automobilística, além de outros sites estrangeiros e diversos jornais. Em 1991, venceu o prêmio Pierre Dreyfus para autores de guias automobilísticos e sua atuação jornalística foi considerada a mais notável do ano. Escreveu para a revista Performance Car e é colaborador assíduo do Daily Telegraph, do Auto Express e do Sunday Business, dentre muitos outros veículos de comunicação. É autor de mais de 20 livros sobre carros, entre eles O pequeno grande livro da Ferrari, também publicado pela Escrituras Editora. Vive atualmente em West Sussex, no sul da Inglaterra.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Mini Cooper ganha tratamento Louis Vuitton


A garagem é um lugar improvável para se guardar uma Louis Vuitton. Mesmo assim, a empresa CoverEFX achou uma boa ideia se inspirar na famosa grife de bolsas e acessórios para personalizar o Mini Cooper JCW (John Cooper Works). A intenção era que o revestimento externo do carro imitasse o couro preto usado pela marca. Uma outra novidade no Mini estilizado são os detalhes com acabamento em dourado, a suspensão rebaixada, além das rodas de liga leve aro 17" e os pneus da marca Toyo.

Por debaixo do capô, o carro possui um motor 1.6 turbo que pode melhorar seu desempenho com dois pacotes de performance distintos. O primeiro conta com um módulodo de comando reconfigurado, sistema esportivo de exaustão e filtro que possibilita maior entrada de ar. Com esse conjunto, o quatro cilindros produz 235 cv e 35.6 kgfm de torque.

Para quem quer mais potência, o segundo pacote de performance inclui um câmbio que proporciona trocas mais baixas de marcha e um módulo de comando revisado que auxilia no desempenho de 252 cv e 38.9 kgfm de torque.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

26 mulheres dentro de um Mini Cooper


Foram necessárias 26 bailarinas para conseguir bater o recorde de pessoas dentro de um veículo. Tudo aconteceu quando um grupo de bailarinas da companhia de dança norte-americana “Pilobolus”, alcançou um novo recorde do mundo ao colocar 26 pessoas no interior de um Mini Cooper. As dançarinas foram bem treinadas antes de bater o recorde, usaram roupas especiais (para se contorcerem à vontade) e entraram para o famoso Livro dos Recordes, conhecido como Guiness. A marca anterior era de 25 pessoas no interior de um Mini Cooper. As dançarinas tinham mais de 1,52 m de altura e permaneceram mais de 5 segundos dentro do carro, com as portas e janelas devidamente fechadas.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Mini lança pacote John Cooper Works Tuning Kit


Além da nova linha Cooper SD, a Mini vai levar dois kits para seus modelos ao Salão de Genebra, que começa no dia 03 de março na Suíça. Ambos levam o nome da versão mais forte, a John Cooper Works, e estarão disponíveis para os modelos a gasolina da marca.

O primeiro pacote está disponível para as versões One e Cooper. Além de alterar o visual, com novos parachoques, saias laterais, rodas e elementos no interior, prevê uma modificação no gerenciamento do motor que permite ao sistema de freios atuarem como um diferencial autoblocante.

Já para o Cooper S, o John Cooper Works Tuning Kit, além do gerenciamento do motor, altera também o filtro de ar e o sistema de escapamento. O resultado é uma potência de 200 cv (cavalos), com torque máximo de 27,2 kgfm. A aceleração de 0 a 100 km/h cai para 6,8 segundos e a velocidade máxima sobe para 234 km/h.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Genebra: MINI vai lançar o Cooper SD


A MINI vai apresentar no Salão de Genebra a versão diesel do Cooper S. Chamada de SD, a opção estará disponível para o hatch, para a perua Clubman e para o conversível. Os preços começam em 25.350 euros, valores próximos ao do Cooper S a gasolina, que tem um motor de 1,6 litro turbo de 184 cv.

O SD tem um bloco de 2,0 litros de 143 cv de potência com torque máximo de 30,5 kgfm. Segundo a fabricante, o hatch acelera de 0 a 100 km/h em 8,1 segundos e atinge 215 km/h. As emissões de CO2 ficam em 114 g/km e o consumo em 23 km/l de diesel. As vendas do MINI Cooper SD começam logo após a apresentação na Suiça em março.
Fonte: iCarros

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Mini oferece novo kit esportivo


A Mini oferece para todas as versões do Cooper o novo kit esportivo Mat Edition, mas apenas no mercado francês. A novidade torna o simpático carrinho com aspecto mais arrojado e exclusivo, já que apenas 250 unidades estarão disponíveis. Todas elas virão com rodas de alumínio feitas especialmente para a série limitada, que ainda vem com retrovisores com pintura quadriculada.

Cada uma das 250 unidades vem com numeração nos para-lamas dianteiros e no painel, além de contar com um chaveiro personalisadoque também tem gravado o número de série. Como parte dos itens que apenas o Mini Mat Editon tem está a antena mais curta que o convencional, o que ajuda dar um aspecto mais esportivo ao carro.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Mini Cooper SD


A Mini prepara para o Salão de Genebra (Suíça), em março, o lançamento do Cooper SD. Trata-se de uma versão esportiva do Cooper D, que vem equipado com um motor 1.6 turbodiesel de 112 cv (cavalos) de potência. Entretanto, junto com o S do nome, virá um novo propulsor possivelmente de origem BMW.

Especula-se que o Mini Cooper SD herde o 2.0 de 143 cv e 30,6 kgfm de torque máximo usado na BMW 118d. O compacto alemão também está disponível na versão 120d, com o mesmo motor, porém dotado de 177 cv e 35,7 kgfm. O câmbio é sempre manual de seis marchas.

Junto com o novo motor, o Mini SD vai receber acabamento esportivo semelhante ao utilizado na versão John Cooper Works, a mais potente movida a gasolina (211 cv). O visual inclui parachoques com tomadas de ar maiores, rodas de 18 polegadas, bancos concha, entre outros.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Mini lança versão barata do Cooper


Conforme antecipado com exclusividade pelo iG Carros em setembro do ano passado, a Mini lançou no Brasil uma versão mais barata de seu modelo mais vendido, o Cooper. Martin Fritsches, diretor da empresa no país, antecipou em primeira mão para o site que a marca inglesa iria lançar uma versão com preço na casa de R$ 80.000.

Batizado de Cooper Salt, o hatch premium custará R$ 80.750 na versão com pintura sólida, ou cerca de R$ 15.000 mais em conta que a versão Pepper, até então a mais acessível. Apesar da redução no valor, boa parte dos atrativos do carrinho permanece como o bom motor 1.6 de 120 cv e o pacote de equipamentos generoso.

Entre os itens de série do Salt estão ar-condicionado, rádio com CD e preparação para Bluetooth e USB, seis airbags, volante em couro, rodas de liga leve de 16 polegadas e controle de estabilidade, entre outros.

Embora não confirme, a estratégia tem como alvo o A1, da Audi, um compacto que a rival alemã lançará no Brasil em março.
Fonte: iGCarros
Related Posts with Thumbnails