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quinta-feira, 19 de julho de 2012

MINI Roadster embeleza o trânsito e o motorista


Não sejamos hipócritas. Quem compra um MINI Cooper quer aparecer, simples assim. O carro é caro, não é prático, seu interior é apertadíssimo e o porta-malas é uma piada. Mas ele é lindo de morrer, isso ninguém pode negar. Que tal então uma versão esportiva S com a nova carroceria Roadster, um conversível com apenas dois assentos? É sucesso garantido!


Nessa opção o estilo do carrinho é ainda mais apurado. Ele vem com rodas aro 17”, aerofólio móvel na traseira, para-choques e escapes com desenho esportivo e uma imponente entrada de ar no alto do capô, que deixa clara a vocação do produto para impressionar.


Mas o que mais chama atenção, claro, é a capota de lona retrátil. Diferentemente do Cabrio, que possui um sistema elétrico, a movimentação do teto do Roadster é totalmente manual. Primeiro você gira uma trava no interior e, em seguida, é só empurrar a capota para o alto para ela se dobrar e acabar alojada na traseira. Para fechá-la, o melhor a fazer é sair do carro e puxar a articulação até o para-brisa – as pessoas na rua ficam pasmas ao ver o processo.


O acabamento interno é show à parte. O enorme velocímetro no centro do painel contém um monitor de LCD onde o motorista acessa informações sobre o carro e controla o aparelho de som – o modelo possui o mesmo sistema iDrive da BMW – e a montagem e qualidade dos bancos é simplesmente impecável, assim como o volante multifuncional revestido em couro. Revirei o carro em busca de algum defeito e não encontrei absolutamente nada. Também me diverti com a conexão Bluetooth para iPhone com streaming de áudio e a possibilidade de mudar a cor da iluminação da cabine – são seis cores, desde o azul comportado a um extrovertido rosa-choque.

Comportamento furioso

O que esse MINI acelera é uma estupidez. Debaixo do capô ronca o aprazível bloco 1.6 turbo de 184 cv e um coice de 24,4 kgfm de torque máximo, que desperta em meros 1.600 rpm e segue com pleno vigor até os 5.000 rpm. Por isso ele é tão arisco. Segundo a montadora, a versão com câmbio automático sequencial de seis marchas, como a testada pelo iG Carros, vai do 0 aos 100 km/h em 7,2 segundos e atinge 222 km/h de velocidade máxima. É uma delícia.

Já suspensão dura como um bloco de concreto é um convite para arrancadas bruscas e contornos de curva em alta velocidade, pois mantém o carro extremamente estável (ele praticamente não inclina nem oscila). Entretanto (ufa, encontramos um defeito!), a dureza dos amortecedores faz do Cooper Roadster um desastre para se locomover em cidades como São Paulo e seu famoso asfalto lunar. Qualquer buraquinho faz o amortecedor chegar ao batente, emitindo um barulho de pancada seca às vezes assustador. Pobre MINI...

O handling, a sensação de manobrabilidade desse carro também é algo descomunal. É um automóvel que fica totalmente na mão, com direção rápida e precisa. As respostas da transmissão no comando sequencial (pela alavanca ou por borboletas no volante) também agradam, especialmente em retomadas e reduções – no modo “S” ele ainda faz punta-tacos automáticos, que consiste em acelerar e frear ao mesmo tempo para obter o melhor desempenho.

Bonitão na foto

É inegável dizer que um MINI infla o ego do motorista. No Roadster (de preferência com a capota aberta) essa sensação atinge a estratosfera. Ficamos até metidos por causa dele. Uma pena a BMW ter nos emprestado o carro durante uma semana de intensa chuva. Mesmo assim, no pouco que o dirige de teto aberto pelas ruas de São Paulo ganhei alguns elogios (Gato!!! Bonitão!!!Lindo!!!) e também fui xingado (Metido!!! Nojento!!! F%$#*&#$a!!!), além de ser atingido por chicletes e cusparadas vindas de janelas de ônibus – os brasileiros ainda não estão acostumados com esse tipo de automóvel, tão exuberante.

Essa versão do Cooper ainda é muito interessante por outros dois motivos, fora as obviedades de beleza e desempenho: impressiona homens e mulheres a ponto de puxarem assunto e a vantagem de levar apenas um passageiro o livra de dar carona para os amigos ao final de uma balada. O ideal para esse carro, aliás, é levar uma companhia do sexo oposto, caso contrário ande sozinho mesmo. E se dirigir de capota aberta use óculos escuros que combinem com o carro. Você vai se dar bem, meu amigo. Basta desembolsar R$ 144.950 e ser feliz.
Fonte: iGCarros

segunda-feira, 9 de abril de 2012

MINI Roadster chega às concessionárias com preço inicial de R$ 132.950


A MINI – ou melhor, a Caltabiano – já disponibiliza em suas concessionárias no território nacional o seu primeiro conversível de dois lugares da família Cooper. O Roadster chega ao mercado nacional em duas versões, uma com motor aspirado e outra com motorização turbo, a S. O preço é de R$ 132.950 e R$ 144.950, respectivamente.

O modelo de entrada traz um motor quatro cilindros à gasolina com gerenciamento de válvulas totalmente variável baseado na tecnologia Valvetronic, gerando potência de 121 cv de potência a 6.000 rpm e torque máximo de 16,3 kgfm a 4.250 rpm. Assim, o MINI Cooper Roadster acelera de 0 a 100 km/h em 9,2 segundos, alcançando uma velocidade máxima de 199 km/h.

Já o Cooper S Roadster apresenta motor quatro cilindros à gasolina com tecnologia MINI TwinPower, oferecendo potência de 185 cv a 5.500 rpm e torque máximo de 24,4 kgfm a 5.000 rotações. O automóvel acelera de 0 a 100 km/h em sete segundos, atingindo uma velocidade máxima de 227 km/h.

De série, o veículo traz disponibiliza direção elétrica com auxílio de direção sensível à velocidade padrão, DSC e DTC, que promovem uma segurança ainda maior em superfícies escorregadias e desempenho esportivo.
Fonte: BlogAuto

quinta-feira, 22 de março de 2012

Mini Cooper Roadster oferece diversão 'pé no chão'


O Mini Cooper Roadster tem muito em comum com uma Ferrari 458 Italia Spider e um Lamborghini Gallardo 560-4 Spyder. Antes de “cornetar”, calma. Explica-se: ok, o novo Mini, que chega em versões de R$ 132.950 (Cooper Roadster) e R$ 144.950 (Cooper S Roadster), custa dez vezes menos que os italianos – o Gallardo sai por R$ 1,6 milhão e a 458 conversível, que deve chegar neste mês, ainda não tem preço –, mas se aproxima em muitos outros pontos. Como os superesportivos, ele tem só dois lugares, é relativamente apertado, oferece pouco espaço para bagagens (240 litros) e, por tudo isso, torna-se um carro deliciosamente sem sentido se evocarmos a função básica de um automóvel, ou seja, levar um indivíduo do ponto A ao ponto B.


Mas é interessante ser um carro “sem sentido”? Neste caso, é. Isso porque o Roadster, como a Ferrari e o Lamborghini – cada um em seu mundo –, sacrifica tudo em busca de dois princípios: diversão e estilo. E assim como os italianos, este inglês radicado na Alemanha (o grupo BMW controla a Mini desde 2001) tira nota dez nesses dois quesitos.


Essa é a cara do Cooper Roadster, o Mini mais ousado de todos os tempos. Um híbrido entre “fun car”, esportivo e conversível. Como se não bastasse a ousadia da marca ao baixar o teto de um Cooper S Hatch e limar os bancos traseiros, o que deu origem ao Cooper Coupé, os engenheiros ainda resolveram colocar uma capota retrátil ali para criar o Cooper Roadster. E não há como negar: ficou uma belezinha.


No curto test-drive promovido pela marca inglesa em um circuito fechado de São Carlos, no interior de São Paulo, IG Carros pôde avaliar bem itens como motor, freios e suspensão, mas não teve a oportunidade de analisar a praticidade de um carro tão peculiar no dia a dia e a suspensão em pisos irregulares.

Logo ao entrar no Cooper S Roadster branco (se você não gostou, tudo bem: personalizar o carro é a praia da Mini), que já estava com a capota aberta esperando o próximo motorista, é interessante notar como o para-brisa termina quase junto à cabeça de um motorista de 1,80 m de altura. Olhando para trás, dá para perceber que não espaço para nenhum carona inconveniente. É só você é uma boa companhia.

Na mesma pegada

Apesar da proposta mais ousada, o Cooper S Roadster traz o mesmo conjunto mecânico do Cooper S Hatch: motor 1.6 16V turbo de 184 cv de potência a 5.500 rpm e 24,5 kgfm de torque a apenas 1.600 rpm. Tudo em um carrinho de apenas 1.185 kg.

Na primeira engatada, é fácil perceber como o torque em baixa conseguido graças ao turbo instiga na pisada inicial no acelerador. O giro sobe rápido quando o pé direito exige e as retomadas são fáceis mesmo sem pressionar tanto o pedal.

Mas, como em todo Mini, é na hora de fazer curvas que o Roadster mata a pau. Com o controle de estabilidade desligado e um pouco de grama na área de escape para trazer alguma tranquilidade, o Roadster vai exatamente onde você quer. É frear, apontar a frente e sentir a carroceria rolar sem sustos. O conjunto acertado e a direção rápida e precisa credenciam o charmosinho conversível a desafiar esportivos em autódromos. O botão Sport, que altera os parâmetros do motor, é outro aliado nessa divertida batalha virtual. Para animar, alguns números de fábrica: 0 a 100 km/h em 7 segundos e 227 km/h de velocidade máxima.

É verdade que o carro ideal para isso seria o cupê, já que o peso extra (20 kg) e a carroceria com maior torção por conta da ausência de um teto fixo no Roadster exigem um pouco mais de atenção, mas se a ideia for só se divertir sem buscar décimos de segundo, pode fazer a inscrição no próximo track day.

Ok, sua praia não é acelerar tanto? A Mini também oferece o Cooper Roadster, com motor 1.6 16V sem turbo, de 122 cv a 6.000 rpm e 16,3 kgfm de torque a 4.250 rpm. Essa versão, no entanto, não estava disponível no test-drive.

Charmoso, estiloso... e caro

A versão mais barata vem com itens básicos para carros deste preço, como som com entrada auxiliar, ar-condicionado, direção assistida e sensor de estacionamento, mas não oferece nada extra pelo salgado preço cobrado. Entre os opcionais, itens como faróis de xenônio, som Harman Kardon e sistema de navegação. Neste caso, é bom não se iludir: para deixar o carro com um visual bacana e bem equipado, pode separar mais uma boa verba para os opcionais. Sim, os Mini são caros se você analisar friamente.

No quesito segurança, as barras de aço inoxidável protegem os ocupantes em casos de capotagem ao subir automaticamente a partir de 80 km/h. Há ainda freios ABS com distribuição da força de frenagem, controles de estabilidade e tração.

O Cooper Roadster está longe de ser uma Ferrari ou um Lamborghini, mas cumpre as mesmas funções em um mundo mais pé no chão. “Pé no chão” quando a referência são carros de mais de R$ 1 milhão, é claro.
Fonte:  iGCarros
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