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segunda-feira, 28 de março de 2011

Mini Coupé é flagrado com kit JCW


O desenvolvimento da versão Coupé do Mini Cooper, ao que parece, já está parcialmente concluído. O modelo foi flagrado novamente rodando na Inglaterra com camuflagens específicas na traseira, escondendo os principais pontos de modificações do carro em relação ao hatch tradicional. O lançamento do carro é esperado para o Salão de Frankfurt, na Alemanha, que recebe o público em setembro deste ano. As imagens são do website Carscoop.


Além da porção traseira redesenhada, o Mini flagrado deixou à mostra alguns equipamentos da linha esportiva John Cooper Works (JCW), como as rodas aro 17”, a ponteira dupla de escape no centro do para-choque traseiro e as grandes pinças de freios na frente. O Cooper JCW convencional traz debaixo do capô o motor 1.6 turbo com 211 cv.

Após sua apresentação em Frankfurt, espera-se que o carro chegue às lojas no mercado europeu até último trimestre deste ano. Por aqui, o modelo deve estrear em meados de 2012.
Fonte: iGCarrros

quinta-feira, 17 de março de 2011

Mini ganhará mais duas opções de carroceria


Depois da versão 4 portas (Countryman) e da carroceria perua 2 portas (Clubman), a Mini pretende aumentar sua gama com uma opção cupê. O modelo, baseado em um conceito apresentado ao público em 2009, chegará em setembro e será um dos destaques do Salão de Frankfurt, na Alemanha. Flagras do modelo pela Europa são freqüentes, como podemos ver nas fotos-espia reveladas pelo Autoblog espanhol.


O Mini Coupé deverá manter a linha de motores da família e trará design arrojado. O preço deve ficar um pouco acima da opção “comum” da gama. A família também será brindada com uma opção coupé-conversível, denominada Speedster (foto), que deve estrear também no evento alemão.

terça-feira, 15 de março de 2011

Mini terá modelo por menos de R$ 70 mil


Embalada pelo sucesso do Cooper em 2010 e de olho no Audi A1, a Mini trará ao Brasil uma versão ainda mais barata do que a Salt, lançada no começo do ano por R$ 80.750. Conforme apurou iG Carros, o Mini One chega no começo do próximo mês, com preço ao redor dos R$ 70.000. Segundo nossa fonte, há ainda a possibilidade de o carrinho inglês ser vendido por exatos R$ 69.990.

A principal diferença do Mini One para os demais modelos está no motor 1.6 16V, amansando para 98 cv – contra os 120 cv originais. A lista de equipamentos também deverá ser reduzida, perdendo itens como botão de partida, entre outros. No ano passado, o Mini Cooper vendeu 1.540 unidades.
Fonte: iGCarros

sexta-feira, 11 de março de 2011

Mini Cooper S dá um drible na monotonia


O jogo estava marcado. Mas a escalação só foi definida na véspera, quando o Mini Cooper S chegou à concentração. Ele entrou em campo com aerofólio de fibra de carbono que, apesar de exagerado, lhe caiu bem. O acessório é do kit John Cooper Works e custa R$ 5,6 mil. Entre os itens titulares, rodas aro 17, grade tipo colmeia na cor preta, saída de escape dupla e entrada de ar no capô.

Melhores jogadas aparecem quando o motor 16V tabela com o câmbio no modo Sport
E nada disso é firula. Com motor 1.6 16V turbo de 175 cv, o “S” alcança 100 km/h em 7,2 s – dá um olé no Cooper convencional, que tem 120 cv e é 3,4 s mais lento. O torque de 24,5 kgfm aparece cedo, a partir de 1.600 rpm, e resolve a falha em baixa rotação apontada pelo editor Hairton Ponciano Voz no teste da versão menos potente. É fácil se empolgar e superar o limite da estrada. Para conter o ímpeto, potentes discos nas quatro rodas freiam o Mini de 80 km/h a 0 em apenas 23,9 m.


A condução lembra a de um kart. A direção é direta e a estabilidade, impecável. A carroceria quase não inclina e, por isso, sair da trajetória requer muito abuso. A suspensão é firme e informa tudo aos ocupantes, até as menores imperfeições do solo. A diversão só não é maior porque falta o câmbio manual. Ainda assim, o Mini surpreende nas arrancadas. “Frita tanto os pneus, que nem parece automático”, disse o editor Daniel Messeder, que fez os testes na pista. As trocas das marchas podem ser feitas a partir de borboletas atrás do volante, só que não são intuitivas: para reduzir, é preciso empurrar a haste com o polegar. Além disso, mesmo no modo manual, a transmissão sobe a marcha sozinha quando o limite de giros se aproxima. Para extrair o melhor dela, o ideal é ativar o botão Sport, à frente da alavanca.

Nem precisava de aerofólio, mas com ele a saída dupla de escape, o Cooper S bate um bolão
No interior, a forma supera a função. O velocímetro circular no centro do painel é puramente estético – a velocidade, a gente vê no display digital. Os botões que abrem janelas e determinam o tom da iluminação são charmosos, mas quem nunca dirigiu um Mini demora a se adaptar, como observou a repórter Carina Mazarotto. Passada a fase de adaptação, é só curtir a atuação do craque. O pênalti pode ser o preço: R$ 128.750 – quase R$ 50 mil a mais do que o Cooper Salt.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Mini confirma produção do pequeno Rocketman


Falar em novo compacto e Mini em uma mesma matéria pode significar muitas coisas. Uma delas, inclusive, seria a nova geração do hatch britânico. No entanto, o que se sabe agora é que a marca inglesa vai contar com mais um veículo urbano, fruto do conceito Rocketman. Ele será a aposta da empresa em um segmento com poucos representantes, tendo como grande rival o Smart ForTwo e, futuramente, o Renault Twizy.

Segundo a revista inglesa AutoCar, o novo modelo foi dado como certo pelo chefe de vendas e marketing da Mini, Ian Robertson. Ele terá espaço interno acanhado, com foco nas locomoções urbanas e no baixo consumo de combustível. Para isso, adotará componentes que reduzem o peso, como fibra de carbono, solução a ser adotada no irmão BMW i3, e motor elétrico.

O lançamento deve ocorrer em 2014.
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