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sábado, 30 de abril de 2011

Mini Goodwood tem acabamento de luxo


Um interior de carro com acabamento em madeira de lei, revestimento de couro de alto padrão, forrações de caxemira e tapenas de lã de cordeiro só pode ser de um Rolls-Royce. O Mini Cooper na versão “Inspired By Goodwood” tem isso tudo e ainda vem com motor 1.6 turbo de 184 cv. A edição é limitada em 1.000 unidades e será lançada no Salão de Xangai, na China, que acontece entre 21 e 28 deste mês. O preço a marca divulga apenas sob consulta.


A semelhança do Mini de luxo com os refinados veículos da RR não é mera coincidência. Além das duas marcas pertencerem ao Grupo BMW, “Goodwood” é também o nome da cidade na Inglaterra onde fica localizada a fábrica da Rolls-Royce. Toda projeto de decoração de interior do veículo é assinado por designers da tradicional marca britânica. O mesmo vale para a parte externa, que foi pintada no tom Black Diamond (Preto Diamante).

O modelo limitado ainda vem com rodas exclusivas aro 17” e carrega inscrições da série nas laterais, soleiras das portas e na parte inferior do painel, com um plaqueta metálica que contém o número de identificação do modelo de luxo.
Fonte" iGCarros

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Mini lança oficialmente Countryman do WRC


A hegemonia de Sebastien Loeb e seu DS3 WRC pode não ser quebrada, mas fato é que o World Rally Championship ganhará um concorrente de peso a partir desse ano. A Mini lança oficialmente o Countryman WRC, que disputará em 2011, numa espécie de aquecimento, somente as etapas da Itália, Finlândia, Alemanha, França, Espanha e Grã-Bretanha. Já a partir de 2012, a equipe Prodrive (ex-Subaru) correrá a temporada inteira.


Batizado de Mini John Cooper Works WRC, o carro da principal competição de rali do mundo terá ao volante o espanhol Dani Sordo (ex-Citroën) e o navegador irlandês Kris Meeke. Sob o capô, o bólido terá um motor 1.6 turbo, de nada menos 300 cavalos de potência.
Fonte: iGCarros

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Cooper Cabrio S: uso limitado, diversão ilimitada


Psiquiatras deveriam lembrar mais do Mini Cooper S. Sim, porque em certos pacientes a depressão é tanta que Prozac nenhum dá jeito. “Precisamos de algo mais forte, mas não posso aumentar sua dose de antidepressivos. Recomendo que você dirija, uma vez ao dia, um Mini Cooper S. Meia hora basta”, diriam os mais comprometidos com a reabilitação do padecente. Bom, para casos perdidos, a versão conversível do compacto inglês certamente curaria qualquer tristeza.


Charmoso, eu?

Mas o tal paciente deve ser rico, já que o Mini Cooper Cabrio S parte de R$ 137.950. O exorbitante valor dá direito a ar-condicionado digital, sistema de som com alto falantes da Harman Kardon, acabamento em couro (são cinco opções de revestimento), rodas aro 17, Mini Connected e faróis bi-xenon, só para citar os principais.

O que não está na lista de equipamentos, porém, é o charme exalado pelo Cooper – qualquer Mini na verdade, mas tratando-se do Cabrio, mais ainda. Isso é imensurável, mas logo identificável pelo já famoso velocímetro central, as luzes ambiente, o ar retrô e, no caso desse modelo, o Always Open Timer, talvez o gadget mais inútil e legal de todos os tempos: ele marca há quanto tempo você está dirigindo com a capota recolhida.

Mas o pequeno inglês não é o tipo de carro que abre mão de comodidade em nome de devaneios estilísticos. Pelo contrário: motorista e passageiro têm bastante conforto, com bancos em couro bons em acomodação e equilibrados entre maciez e firmeza. Só não espere o mesmo na fileira de trás. Não dá pra dizer que os bancos ali são de enfeite, pois eles têm lá sua utilidade. Se um adulto topar uma carona, ele literalmente vai ter que ir de lado, com as pernas em cima do assento. O que não é um defeito, que fique claro: quem comprou um Mini Cabrio sabia disso e, no fundo, não se importa.

Kart

“Nossa, esse painel é o mais legal no carro“, diz minha amiga durante uma breve viagem. Não, Juliana, o painel não é o mais legal no carro. O mais encantador no Mini Cooper não é de ver, mas de sentir: as reações da direção e a truculência do motor dão o show aqui. Além da boa pegada do volante, a direção é diretíssima e pesada, como deve ser em um esportivo (mas calma, ela fica leve nas manobras). O resultado é um estreitamento na comunicação entre rodas e motorista. Nas curvas, ela é precisa, colocando o carro exatamente onde o condutor (que a todo instante se sente um piloto) quer. E aqui entra o trabalho da firme suspensão, que garante incrível estabilidade ao veículo, fazendo-o parecer um kart.

O propulsor 1.6 16V turbo oferece abundante torque em baixas rotações, mas parece resmungar um pouco quando não está trabalhando em altos giros. Sim, é possível – e bem agradável – andar devagar com o conversível, mas nessa situação o motor está contrariado, apenas obedecendo seu dono. O negócio dele é adrenalina, e um pisão mais forte no acelerador é devolvido com forte aceleração. Conselho: segure firme o volante nas arrancadas e saídas de curva, porque as rodas (a tração é dianteira) parecem ficar sem controle – o que é altamente divertido, claro.

Pelo que o Mini Cooper Cabrio S custa, há outros modelos maiores, mais completos e versáteis, mas sem a metade da diversão ao volante do compacto inglês. O ideal seria tê-lo como segundo carro, porque é cansativo enfrentar a sofrível realidade do trânsito brasileiro com ele, que tem também suas limitações de espaço interno e uso – você não vai ao supermercado com um Mini Cooper conversível, vai? Mas arrisco dizer que muita gente aceitaria andar de 1.0 no dia a dia, esperando ansiosamente por mais diversão no final de semana com o Cabrio S – sem contar os que vão fingir uma depressão, só pra poder se “curar” com ele.
Fonte: iGCarros
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