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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Cooper Cabrio S: uso limitado, diversão ilimitada


Psiquiatras deveriam lembrar mais do Mini Cooper S. Sim, porque em certos pacientes a depressão é tanta que Prozac nenhum dá jeito. “Precisamos de algo mais forte, mas não posso aumentar sua dose de antidepressivos. Recomendo que você dirija, uma vez ao dia, um Mini Cooper S. Meia hora basta”, diriam os mais comprometidos com a reabilitação do padecente. Bom, para casos perdidos, a versão conversível do compacto inglês certamente curaria qualquer tristeza.


Charmoso, eu?

Mas o tal paciente deve ser rico, já que o Mini Cooper Cabrio S parte de R$ 137.950. O exorbitante valor dá direito a ar-condicionado digital, sistema de som com alto falantes da Harman Kardon, acabamento em couro (são cinco opções de revestimento), rodas aro 17, Mini Connected e faróis bi-xenon, só para citar os principais.

O que não está na lista de equipamentos, porém, é o charme exalado pelo Cooper – qualquer Mini na verdade, mas tratando-se do Cabrio, mais ainda. Isso é imensurável, mas logo identificável pelo já famoso velocímetro central, as luzes ambiente, o ar retrô e, no caso desse modelo, o Always Open Timer, talvez o gadget mais inútil e legal de todos os tempos: ele marca há quanto tempo você está dirigindo com a capota recolhida.

Mas o pequeno inglês não é o tipo de carro que abre mão de comodidade em nome de devaneios estilísticos. Pelo contrário: motorista e passageiro têm bastante conforto, com bancos em couro bons em acomodação e equilibrados entre maciez e firmeza. Só não espere o mesmo na fileira de trás. Não dá pra dizer que os bancos ali são de enfeite, pois eles têm lá sua utilidade. Se um adulto topar uma carona, ele literalmente vai ter que ir de lado, com as pernas em cima do assento. O que não é um defeito, que fique claro: quem comprou um Mini Cabrio sabia disso e, no fundo, não se importa.

Kart

“Nossa, esse painel é o mais legal no carro“, diz minha amiga durante uma breve viagem. Não, Juliana, o painel não é o mais legal no carro. O mais encantador no Mini Cooper não é de ver, mas de sentir: as reações da direção e a truculência do motor dão o show aqui. Além da boa pegada do volante, a direção é diretíssima e pesada, como deve ser em um esportivo (mas calma, ela fica leve nas manobras). O resultado é um estreitamento na comunicação entre rodas e motorista. Nas curvas, ela é precisa, colocando o carro exatamente onde o condutor (que a todo instante se sente um piloto) quer. E aqui entra o trabalho da firme suspensão, que garante incrível estabilidade ao veículo, fazendo-o parecer um kart.

O propulsor 1.6 16V turbo oferece abundante torque em baixas rotações, mas parece resmungar um pouco quando não está trabalhando em altos giros. Sim, é possível – e bem agradável – andar devagar com o conversível, mas nessa situação o motor está contrariado, apenas obedecendo seu dono. O negócio dele é adrenalina, e um pisão mais forte no acelerador é devolvido com forte aceleração. Conselho: segure firme o volante nas arrancadas e saídas de curva, porque as rodas (a tração é dianteira) parecem ficar sem controle – o que é altamente divertido, claro.

Pelo que o Mini Cooper Cabrio S custa, há outros modelos maiores, mais completos e versáteis, mas sem a metade da diversão ao volante do compacto inglês. O ideal seria tê-lo como segundo carro, porque é cansativo enfrentar a sofrível realidade do trânsito brasileiro com ele, que tem também suas limitações de espaço interno e uso – você não vai ao supermercado com um Mini Cooper conversível, vai? Mas arrisco dizer que muita gente aceitaria andar de 1.0 no dia a dia, esperando ansiosamente por mais diversão no final de semana com o Cabrio S – sem contar os que vão fingir uma depressão, só pra poder se “curar” com ele.
Fonte: iGCarros

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Motorhome tem garagem para Mini Cabriolet


Viajar em um motorhome não é motivo para deixar seu carro para trás. O novo modelo da Vario leva isso em conta e, além de contar com um interior de alto luxo com amplo espaço e móveis de madeira, tem uma garagem para estacionar um Mini Cabriolet, ou algum carro compacto de tamanho similar.

O Perfect 1200 Platinum traz móveis de cerejeira, assentos em couro, sistema de som oculto, duas TVs de tela plana, iluminação indireta em led, sistema de ar condicionado integrado, câmera traseira, cozinha com piso de granito, entre vários outros equipamentos.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Genebra: MINI vai lançar o Cooper SD


A MINI vai apresentar no Salão de Genebra a versão diesel do Cooper S. Chamada de SD, a opção estará disponível para o hatch, para a perua Clubman e para o conversível. Os preços começam em 25.350 euros, valores próximos ao do Cooper S a gasolina, que tem um motor de 1,6 litro turbo de 184 cv.

O SD tem um bloco de 2,0 litros de 143 cv de potência com torque máximo de 30,5 kgfm. Segundo a fabricante, o hatch acelera de 0 a 100 km/h em 8,1 segundos e atinge 215 km/h. As emissões de CO2 ficam em 114 g/km e o consumo em 23 km/l de diesel. As vendas do MINI Cooper SD começam logo após a apresentação na Suiça em março.
Fonte: iCarros

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Como anda o Mini Cabrio


Com exceção dos simplórios bugues, o Mini Cooper Cabrio é a porta de entrada para o mundo dos conversíveis no País. Por R$ 119.700, o inglesinho é mais em conta que Audi TT Roadster, BMW Z4, Mercedes-Benz SLK e Volvo C70, todos acima de R$ 200 mil.

A diferença de preço não significa menor prazer ao dirigir. Some carroceria curta (são 3,7 metros de comprimento), rodas bem nas extremidades, direção rápida e suspensão bem acertada. O resultado é um comportamento dinâmico acima da média.
Os reforços na carroceria, que a deixaram 100 kg mais pesada que a versão fechada (num total de 1.280 kg), dão boa rigidez torcional.

Nem o fato de seu motor ser apenas um 1.6 16V de 120 cv estraga a receita. Ele gosta de girar alto e é bem aproveitado pelas seis marchas do câmbio automático, que tem rápidas trocas sequenciais na alavanca. De acordo com a fabricante, ir de 0 a 100 km/h leva 11,1 segundos e o consumo urbano é de 10,5 km/l.
Fonte: JornaldoCarro 
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